Leia diariamente as mensagens aqui expostas, além de notícias em geral.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Deus não vai resolver crise ambiental

Análise é do líder da Igreja Anglicana, que chama os cristãos à responsabilidade ecológica.


A solução para os problemas climáticos do planeta Terra só será encontrada se houver uma mudança no coração dos seres humanos. A análise é do arcebispo da Cantuária, na Inglaterra, Rowan Williams, líder mundial da Igreja Anglicana. O clérigo fez a declaração numa palestra na Catedral de York, abordando as relações entre a fé cristã e as questões ecológicas. Williams disse que não vale esperar que Deus resolva tudo sem que governos e cidadãos cumpram sua parte na resolução dos problemas ambientais. “Acho que sugerir que Deus possa intervir para nos proteger da loucura comum das nossas práticas é tão anticristão e antibíblico como sugerir que ele nos protege das consequências da nossa insensatez ou pecado individual”, frisou o clérigo.

O líder anglicano não deixou de criticar as nações do Primeiro Mundo pela degradação ambiental mundial: “Os países ricos têm a responsabilidade de lidar com as questões ambientais, para o bem dos mais pobres e para as gerações futuras”. Wiliams acrescentou que o mundo enfrenta uma série de cenários catastróficos em que “o final trágico é que um mundo capaz de ser uma manifestação em mãos humanas do amor divino é entregue a si mesmo, enquanto a humanidade é gradualmente sufocada, afogada ou esfaimada pela sua própria estupidez.”

O arcebispo mencionou ainda que a mudança só será possível se houver uma “transformação radical”, em que as pessoas limitem os danos causados ao meio ambiente, deixando ainda assim o que chamou de “espaço seguro” para a natureza continuar incólume da interferência humana. O religioso encerrou sua fala com uma mensagem de alerta: “A fidelidade de Deus permanece, assegurando-nos que mesmo na mais terrível catástrofe o amor divino não nos abandonará – mas não será uma rede de segurança que nos garanta um final feliz neste mundo.”

(Fonte: Diário Cristão) Via www.cristianismohoje.com.br - Notícias

quinta-feira, 26 de março de 2009

Igreja sofre novas ameaças de grupo radical


Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na Indonésia
INDONÉSIA (41º) - Por meio das ações institucionais da Portas Abertas Internacional, a Igreja Cristã Batista Jacarta (GKBJ) em Tangerang foi reaberta em junho de 2008.

Em novembro do mesmo ano, os mais de 70 membros – incluindo crianças – mudaram para um novo local, para continuar a cultuar normalmente. Desde então, a igreja tem experimentado uma boa convivência com o Islamic Defenders Front (FPI), grupo que se opunha a eles anteriormente.

Infelizmente a paz durou pouco. No domingo, dia 22 de março, mais de 100 membros do Hizbut Tahrir (grupo muçulmano considerado radical), se reuniram em frente às dependências da igreja. Eles distribuíram folhetos aos vizinhos e transeuntes para “alertá-los” sobre a tentativa da igreja de convertê-los. Também exigiram que a igreja fosse fechada.

Durante essa semana, o FPI irá negociar com o Hizbut Tahrir em nome da igreja. “Por favor, orem para que a reunião seja bem-sucedida, para que a congregação fique tranquila e para que a situação volte ao normal”, pediu o pastor Bedali Hulu. “Eu acredito que o Senhor permite que passemos por provas para que nos aproximemos dele.”

Pedidos de oração

• Ore pela igreja Cristã Batista Jacarta (GKBJ). Peça ao Senhor que mova os corações de todas as partes envolvidas na reunião com o FPI, e para que resolvam a situação o mais rápido possível.

• Ore pelos pastores e membros da igrejas, para que não desanimem, mas permaneçam firmes em sua fé de que Deus vai interferir em favor deles.

Tradução: Texto traduzido pela fonte

Missão Portas Abertas

terça-feira, 24 de março de 2009

A Igreja está prostituída, diz pastor-missionário Paulo Solonca

A igreja evangélica brasileira está, atualmente, prostituída com o poder. Há muito interesse escuso, muito mercantilismo; e os líderes que conseguiram lugar na mídia começaram a divulgar um estilo de igreja muito distante daquela igreja incentivada no princípio por Jesus Cristo.

- Percebo que a igreja se desviou dos trilhos originais e, lamentavelmente, se tornou muito mais empresa do que uma instituição espiritual e que representa o Reino de Deus na terra -, disse.

Segundo Paulo Solonca, o que levou alguns líderes a direcionar suas igrejas nesses outros caminhos foi a falta de integridade, “pois o evangelho de Jesus Cristo, na verdade, é uma contracultura, um reino invertido”. Ele lembrou que, o que o mundo oferece é: Suba, cresça enquanto que o evangelho autêntico de Cristo é: Desapareça, seja anônimo, sirva como servo.

- O líder, aqui, empresarialmente falando, é o cara que manda. Eu acho que a tentativa de trazer para a igreja um pouco da empresa acabou afetando o estilo de vida da igreja proposto por Jesus, que era o da bacia e da tolha; o de lavar os pés e o de servir -, ressaltou Solonca, lamentando que “a igreja, hoje, com raríssimas exceções, está muito distante da que fora proposto por Jesus Cristo”.

Ele disse que boa parte da igreja está inchada, “pois se olharmos pra ela pelos números veremos que ela cresceu, aparentemente, mas não cresceu em qualidade”.

- A igreja de hoje foi atrás do número, da multidão. Por exemplo: Uma das ênfases da igreja é a multidão o que, de certa forma, trouxe um enfraquecimento espiritual de muita gente -, afirmou o escritor Paulo Solonca para quem a igreja se afastou da simplicidade e ficou muito complexa, uma vez que os cultos estão virando shows, onde, na verdade, as pessoas se emocionam mais com os artistas do show e os cultos são mais para agradar as pessoas do que a Deus.

- O culto é pra Deus. Então temos que agradar a Deus e não aos homens, como muitos líderes estão fazendo por aí afora. E, assim procedendo, eles estão afastando a própria igreja de sua essência -, concluiu.

Fonte: VINACC

segunda-feira, 23 de março de 2009

Após referendo, mudanças na Constuição são aprovadas


AZERBAIJÃO (27º) - Em um referendo realizado em 18 de março, o Azerbaijão aprovou 49 mudanças na constituição. Mas, na Europa existem preocupações quanto a essas mudanças, pois permitirão que o atual presidente, Ilham Aliyev seja reeleito diversas vezes e consolide seu poder pessoal, arriscando a nova democracia.

De acordo com dados oficiais, 90% dos eleitores aprovaram as mudanças.

A oposição, que havia indicado que não votaria, diz que isso é um “passo para trás na democracia, e um passo a frente para a monarquia”. A constituição proibia que o presidente fosse reeleito mais de duas vezes consecutivas, significando que Aliyev não poderia concorrer novamente ao fim deste mandato. Agora não há limites para a reeleição, e há riscos de acontecer como foi com seu pai, que governou o país por décadas.

A oposição também alega fraude, e apela para que os votos sejam anulados. Mas isso é contradito pelos observadores independentes e pela assembleia parlamentar da Europa, que assegura que a votação foi “transparente, bem organizada e realizada em uma atmosfera de paz”.

Há grandes críticas de Ian Micallef, presidente do Conselho da Europa, a maior organização regional de direitos humanos. Em uma entrevista, ele disse que essas mudanças violam o acordo pró-democracia feito em Baku, em 2002.

A comissão afirmou que é necessário haver um limite para a reeleição, para prevenir que o presidente use seu poder para impor um regime autoritário e anti-democrático no país.

Essas mudanças afetam os diretamente os cidadãos. Ore para que as decisões tomadas pelo presidente não comprometam mais a liberdade religiosa no país.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: BosNewsLife

sábado, 21 de março de 2009

Líder iraniano reitera que EUA não mudaram política hostil

Teerã, 21 mar (EFE).- O líder supremo religioso iraniano, aiatolá Ali Khamenei, reiterou neste sábado que os Estados Unidos não mudaram de forma substancial sua política hostil em relação a seu país.
A declaração é feita menos de 36 horas depois da mensagem em tom conciliador enviada pelo presidente americano, Barack Obama, ao povo iraniano.
Em discurso em virtude do ano novo persa, feito na cidade de Mashhad, no leste do Irã, a máxima autoridade religiosa iraniana advertiu que "ninguém pode intimidar seu país".
"Os Estados Unidos maltrataram a República Islâmica, e isso é algo que a nação iraniana não vai esquecer", ressaltou Khamenei, em declarações reproduzidas pela TV pública local.
Teerã, 20 mar (EFE).- O chanceler iraniano, Manouchehr Mottaki, assegurou que seu país "estudará" a mensagem de tom conciliador enviada na sexta-feira pelo presidente americano, Barack Obama, ao povo do Irã.
"É lindo que a festividade do Noruz (ano novo) seja aproveitada para enviar uma mensagem de paz e amizade, mas a respeito de alguns outros aspectos incluídos, devemos avaliar", disse Mottaki, em declarações publicadas pela imprensa local.
As palavras de Mottaki abrem espaço para reflexão, depois que a mensagem de Obama surpreendeu os iranianos em pleno período de festa.
Em uma das primeiras reações oficiais, um assessor do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, disse à Agência Efe que seu país recebia "de boa fé" as palavras do líder, mas que considerava que eram insuficientes e que eram necessários passos adiante mais concretos.
Segundo o canal iraniano "PressTV", o líder supremo da revolução, aiatolá Ali Khamenei, poderá responder a Obama nesta sexta durante seu discurso por ocasião do Noruz.
EUA e Irã romperam seus laços diplomáticos em abril de 1980, uma vez consolidada a Revolução Islâmica que derrubou a monarquia pró-ocidental do último xá de Pérsia, Mohammed Reza Pahlevi.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Governo da Bulgária acusado de violação de liberdade religiosa


BULGÁRIA (*) - O governo da Bulgária está explorando a possibilidade de apelar contra uma decisão tomada pelo tribunal de direitos humanos europeu (ECHR em inglês), após descobrir que o governo era responsável pela violação da liberdade religiosa de centenas de padres ortodoxos, bispos e trabalhadores.

De acordo com o ECHR, a violação do artigo 9 da convenção europeia de direitos humanos aconteceu quando o governo búlgaro tomou partido em uma disputa interna na igreja, e tentou forçar os sacerdotes dissidentes a reconhecer a autoridade do Patriarca Máximo, nomeado pelo Estado.

O ECHR deu três meses ao governo da Bulgária para realizar o pagamento de 8 mil euros mais impostos para recompensar os outros seis candidatos para o cargo, pela perda de dinheiro e pelo estrago nos prédios da igreja.

O tribunal também ordenou que o governo e os pleiteadores cheguem a um acordo, que poderia ser de milhões de euros, quanto a questão de 107 igrejas confiscadas, salários e benefícios não-pagos para clérigos que perderam seu trabalho como resultado dessas disputas. Se não chegarem a nenhuma conclusão até a data estabelecida, o acordo será determinado pelo tribunal.

Mais de cem padres da igreja ortodoxa foram retirados de suas igrejas há cinco anos, depois de se recusarem a reconhecer a autoridade do Patriarca Máximo, nomeado pelo regime comunista nos anos 70. Muitos deles têm passado dificuldades, e outros foram proibidos de arranjar outro emprego ou receber os benefícios do governo.

Após a queda do comunismo na Bulgária, a igreja ortodoxa se dividiu entre aqueles que reconheciam a autoridade do Patriarca Máximo e os que se negavam a aceitar.

Stuart Windsor, diretor nacional do CSW disse: “Apesar da decisão positiva do ECHR, parece que o governo da Bulgária não quer admitir suas violações à liberdade religiosa”.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: Christian Solidarity Worldwide

quarta-feira, 18 de março de 2009

Acordo sobre liberdade religiosa é declarado inconstitucional


FILIPINAS - Em 2008, parecia ser a chance de Mindanao encontrar a paz depois de décadas de disputas. Oito anos de negociações entre o governo filipino e o grupo separatista Moro Islamic Liberation Front, ou MILF, resultaram em um acordo armado.

No início de agosto, representantes de ambos os lados se reuniram em Kuala Lampur para assinar um acordo de limites. Mas a assinatura nunca aconteceu. O documento enfrentou oposição, incluindo de líderes cristãos, que questionaram a legitimidade do acordo.

A queixa era de que o governo não discutiu o acordo adequadamente com a comunidade cristã – maioria na ilha – em Mindanao, e com o povo nativo, apesar de as duas comunidades serem diretamente afetadas.

O colapso final aconteceu quando o supremo tribunal em Manila declarou que o acordo era inconstitucional. Ele era temporário, mas abria caminho para uma grande área muçulmana expandir sua independência de governo.

O documento permitia que a região muçulmana tivesse uma força policial, de segurança e um sistema judicial próprios. Ele dividiria as pessoas de Mindanao do resto das Filipinas.

A possibilidade de novas conversas parece nula. Ambos os lados afirmam estar prontos para negociar, mas após a decisão do tribunal, qualquer acordo baseado nos mesmos princípios é improvável.

Enquanto não houver acordo, e a violência não terminar, as pessoas que fugiram e estão sem abrigo não poderão retornar para suas casas.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: Portas Abertas

segunda-feira, 16 de março de 2009

Excomunhão precipitada

Para colaborador de Bento 16, decisão de arcebispo de Olinda e Recife em caso de menina de nove anos foi apressada.

De acordo com Monsenhor Rino Fisichella, autoridade do Vaticano em bioética e presidente da Academia Pontifícia para a Vida, a excomunhão dos médicos que praticaram o aborto na menina de 9 anos, estuprada pelo padrasto em Recife, não é digna de aprovação. No seu entendimento, o arcebispo José Cardoso Sobrinho emitiu um julgamento apressado, sem colocar em primeiro lugar a vítima maior que foi a garota. “São outros que merecem a excomunhão e nosso perdão”, afirma Fisichella.

A excomunhão fez o caso ganhar as páginas dos jornais do mundo e abalou a credibilidade da Igreja Católica. Segundo Fisichella, esse tipo de posicionamento radical gera um ambiente que contradiz os ensinamentos cristãos, não protegendo uma vida inocente e agindo de forma desumana sem a misericórdia própria dos homens de Deus.

O ponto central do debate é a contraposição entre a vida e a morte. Se, por um lado, a moral e os princípios católicos defendem a vida desde a sua concepção, de outro, a menina de 9 anos corria risco de morte. Sendo ela inocente, em relação ao desrespeito desumano e violência cometida pelo padrasto, a posição dos médicos em lidar com os riscos que corria deve ser considerada a partir de uma abordagem profissional, com respeito e mais humanidade. O Monsenhor Fisichella acredita que essa foi “uma história de violência que, infelizmente, teria passado despercebida se não fosse pelo alvoroço e pelas reações provocadas pelo gesto do bispo”.

(Fonte: BBC)/ www.cristianismohoje.com.br


Perseguição no Oriente Médio gera preocupação internacional


ORIENTE MÉDIO - O bispo de Chichester, reverendo John Hind, diz que os cristãos no Oriente Médio estão passando por “extrema privação”.

Em um debate sobre perseguição religiosa na House of Lords, Hind afirmou que “Em lugares onde diferentes religiões convivem há séculos, percebemos o atrito com a igreja cristã em seus lugares de origem”.

Ele continua: “No Iraque, os cristãos têm sofrido muito, algumas vezes devido ao ódio absoluto, outras por estarem em fogo cruzado, ou porque, de maneira errada, são vistos como representantes de uma crença ocidental”.

“Então, não podemos renegar nossa responsabilidade e a pressão aos cristãos em algumas partes do mundo.”

O bispo observa que nem todas as formas de perseguição são violentas ou ilegais. “Além da fronteira do Iraque, no sudeste da Turquia, uma parte que eu conheço particularmente bem, os tribunais estão acusando monastérios, que já existem há muito tempo, de roubarem as terras de aldeões locais.”

O bispo Hind também comentou sobre a “perseguição” no Reino Unido. Ele recebeu bem a restituição do cargo de Caroline Petrie, a enfermeira cristã que foi suspeita por oferecer oração a um paciente (Saiba mais).

De acordo com John Hind, um porta-voz do fórum muçulmano descreveu a decisão de suspendê-la como “loucura”.

A cada dia vemos que a perseguição em diversas partes do mundo tem se intensificado. Ore para que Deus governe cada situação de acordo com a vontade dEle, e que nossos irmãos perseguidos encontrem forças e sabedoria para lidar com as adversidades.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: Christian Today

quinta-feira, 12 de março de 2009

Pai e filho cristãos são mortos em ataque


EGITO (21º) - Um jovem cristão foi queimado vivo por um muçulmano devido a rumores de que o cristão tinha um relacionamento com a irmã do jovem muçulmano.

Yasser Ahmed Qasim se aproximou de Sabri Shihata, 25, e derramou gasolina sobre o jovem, e então colocou fogo nele. O jovem copta tentou apagar o fogo ao pular em um canal próximo, mas as queimaduras eram muito graves, e ele faleceu.

O pai do jovem, Sabri Shihata, 60, chegou até a vila, onde um grupo de muçulmanos o esfaqueou até a morte. O senhor Shihata foi levado para o hospital, mas mesmo assim, morreu por causa do ataque.

O grupo muçulmano também atacou o irmão mais novo do jovem copta, Rami Sabri Shihata, 22, causando um grave ferimento em sua cabeça.

A polícia local prendeu os envolvidos no ataque, incluindo Yasser Ahmed Kassem, e a vítima Rami Sabri Shihata, que está sob custódia no hospital Dmas, no norte do Cairo. Os criminosos são acusados de homicídio doloso.

As equipes de segurança também cercaram a casa da vítima, e mais oficiais estão espalhados pela vila.

Recentemente, a violência sectária entre cristãos e muçulmanos tem aumentado devido às conversões ao cristianismo e a oposição do governo em aceitar essas conversões.

Além disso, as mudanças nas condições de vida também contribuíram para a grande tensão entre os dois grupos. Antes, cristãos e muçulmanos viviam pacificamente em comunidades misturadas, mas atualmente tendem a viver separados, somente entre suas próprias comunidades religiosas.

O Egito tem a maior população cristã do Oriente Médio, com cerca de 10 milhões no país, formando 10% da população.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: The Christian Post

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails