Por Da Redação
A Igreja Evangélica brasileira pode ser considerada, assim como o país onde está plantada, um gigante adormecido. Apesar do seu tamanho – há quem fale até em 50 milhões de crentes, o que representaria algo em torno de 25% da população nacional –, ela sofre com a falta de unidade e de relevância social. Pois é com a proposta de mudar esse quadro que um grupo influente de pastores, líderes evangélicos e empreendedores cristãos do terceiro setor têm se reunido há menos de um ano. O tempo é curto, mas a inquietação é antiga. O compromisso do grupo é apresentar ao país, no próximo dia 30 de novembro, a Aliança Cristã Evangélica Brasileira (ACEB), que já surge como a mais abrangente e representativa entidade associativa do segmento. Ela deve congregar denominações, associações, movimentos, missões e redes sociais em torno de objetivos comuns – entre os quais, sobretudo, o maior mandamento de Cristo aos seus seguidores, o de amar ao próximo como a si mesmos.