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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Pastores levam casos de intolerância religiosa a Calderón

MÉXICO (*) - Acompanhado de um grupo de pastores evangélicos, o bispo Moisés Valderrama, da Igreja Metodista, disse ao presidente da República, Felipe Calderón Hinojosa, na terça-feira, 23, que a intolerância religiosa está presente no México. Em mensagem lida ao presidente, na residência oficial dos Pinheiros, na capital, Valderrama afirmou que casos de discriminação e intolerância religiosa como os verificados nos Estados de Chiapas, Guerrero, Oaxaca e Michoacán são frequentes.
“Muitos de nossos irmãos na fé sofrem perseguição em diversas partes do país e ao ver-se envolvidos em assuntos que de uma ou outra forma têm que ver com a lei, sempre saem perdendo, porque a aplicação da justiça não é a mesma para uns e outros”, denunciou O bispo metodista frisou que o favoritismo da Igreja Católica, desde diferentes níveis do governo, está latente nos benefícios que recebe.
“As hierarquias eclesiásticas e dirigentes espirituais não devem moldar as leis e a política, como atualmente sucede, pretendendo assumir uma liderança hegemônica sobre o resto das demais confissões existentes em México”, sustentou. Valderrama propôs a criação de uma Promotoria Especializada para o atendimento deste tipo de delito e que a Subsecretaria de Assuntos Religiosos e Culto Público tenha uma atuação plural e inclusiva na defesa da liberdade religiosa em todos os setores da sociedade.
Calderón reafirmou a vocação laica do Estado como fiador da liberdade de culto, além de assegurar a imparcialidade das instituições públicas. No início do encontro, o presidente, a primeira dama e o grupo de religiosos entoaram o hino nacional, como um gesto de respeito ao Estado mexicano e a suas instituições.

domingo, 21 de junho de 2009

Refugiados por causa da perseguição somam 42 milhões de pessoas

INTERNACIONAL - Relatório do Alto Comissionado das Nações Unidas (Acnur) indica que o número de pessoas desenraizadas por motivos de conflito e perseguição chegou a 42 milhões de pessoas no mundo, em 2008.

Do total de refugiados, 80% encontram-se em países em desenvolvimento. Muitas destas pessoas levam anos sem poder voltar a suas casas e sem uma solução à vista.

“Em 2009, já observamos numerosos novos deslocamentos, concretamente no Paquistão, em Sri Lanka e na Somália”, assinalou o representante do Alto Comisionado da ONU para os Refugiados, Antonio Guterres.

O panorama de 2009 também indica que continuam as migrações internas por conta de conflitos, como se verifica na Colômbia, no Iraque, na República Democrática do Congo e na Somália. “Cada um desses conflitos também gerou refugiados que fogem cruzando as fronteiras de seus países”, informou Guterres.

Estima-se que 2 milhões de refugiados e deslocados internos puderam regressar a seu lares em 2008, o que significa um número inferior ao do ano anterior. A repatriação de refugiados (604.000) reduziu-se em 17%, enquanto o retorno de deslocados internos (1,4 milhão) caiu em 34%.

Esta queda, a segunda menor em 15 anos, reflete a deterioração de condições de segurança, como acontece no Afeganistão e no Sudão. O relatório destaca que cerca de 11 milhões de pessoas voltaram a suas casas nos últimos 10 anos, a maioria com ajuda da Acnur.

Quando lemos as notícias, vemos que milhares de cristãos têm abandonado sua terra natal por causa da perseguição religiosa e dos conflitos, que afetam diretamente as minorias, entre as quais estão nossos irmãos. Separe hoje um tempo para orar pelos refugiados, para que a ordem em seus países seja restabelecida e para que eles possam voltar em paz para suas casas, e não desistam de seguir ao Senhor Jesus.
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segunda-feira, 15 de junho de 2009

Planeta não suporta crescimento ilimitado

(ALC) A farra do consumo acabou. Os recursos do planeta Terra são limitados e não suportam um sistema de crescimento ilimitado, como se apresenta o capitalismo. O modelo econômico é baseado em produção e consumo infinitos.

O alerta vem de pensadores, de várias partes do planeta. “É preciso renunciar ao crescimento enquanto paradigma ou religião”, proclama o economista, sociólogo e antropólogo francês Serge Latouche. A alternativa é essa: decrescimento ou barbárie, aponta.

“A premissa de crescimento precisa ser rompida. Ela não responde a uma civilização que habita um planeta que é um só e que possui uma capacidade de suporte. Essa é uma impossibilidade”, diz o professor Paulo Durval Branco, em entrevista ao Instituto Humanitas (IHU) da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).

A premissa de crescimento precisa ser rompida. “Ela não responde a uma civilização que habita um planeta que é um só e que possui uma capacidade de suporte”, salienta Duval Branco.

Se a gente olhar para esse pequeno planeta chamado Terra, percebe-se que a natureza funciona em sistema circular. O economista e professor da Universidade Católica de São Paulo, Ladislau Dowbor, explica o sistema circular:

- Os pássaros comem as frutas e espalham as sementes; as folhas que caem são incorporadas ao solo que, por sua vez, se torna fértil e permite o surgimento de outras plantas, ou seja, todo o sistema é circular, de reutilização dos diversos recursos existentes. A vida está baseada nisso.

O sistema econômico não é circular, mas linear. “Pegamos recursos naturais, transformando-os em uma indústria, consumimos e jogamos no lixo sob a forma de plástico. Com isso estamos acabando com o petróleo do planeta e não estamos recolocando de volta as bases energéticas utilizadas, assinala.

Esse modelo não funcionará por muito tempo, pois os recursos naturais se esgotam e as mudanças climáticas podem colocar a economia e a sociedade diante de uma catástrofe planetária, frisa ao IHU o ambientalista Henrique Cortez.

A crise financeira que explodiu nos Estados Unidos no ano passado mostra que ela não se limita a aspectos financeiros, mas também diz respeito à destruição ambiental e à injusta distribuição da renda. Pensadores defendem uma nova sociedade, com um novo modelo econômico, que respeite os limites ecológicos do planeta.

O consumo, afirma Cortez, é um ato político e econômico e, nesse sentido, “deve ser ético, responsável e sustentável”. Durval Branco vê na proposição de uma economia ecológica ou da ecoeconomia um caminho para se discutir um modelo pós-crise. Nesse modelo, o processo de produção seria regido pelo ecossistema, pela biosfera.

Latouche fala de uma sociedade ecossocialista e mais democrática. “Queremos um desenvolvimento que seja sustentável, economicamente inclusivo, socialmente justo e ambientalmente responsável”, define Cortez, que se declara um ecossocialista, embora não tenha qualquer proximidade com a esquerda.

Não pode haver um consumo ético a menos que todos os cursos sociais e ambientais sejam incluídos no preço, frisa a economista e consultora inglesa Hazel Henderson.

Trata-se de uma mudança do paradigma produtivo e de questionamento da sociedade de consumo atual, diz a professora Isleide Arrua, da Fundação Getúlio Vargas, na entrevista ao IHU.

O consumo ético, afirma, levanta a bandeira na defesa de questões relacionadas ao meio ambiente, ao comércio justo, a um novo modelo de sustentabilidade em seu sentido mais amplo.

Isleide entende que a humanidade talvez esteja vivendo três grandes tipos de esgotamento, que, juntos, poderiam provocar mudanças: o esgotamento dos recursos naturais, do mercado de produção e consumo de massas, e o esgotamento de “um certo imaginário social que se construiu em torno da idéia de que consumo seria sinônimo de felicidade”.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Quantidade de cristãos no Iraque diminuiu muito

IRAQUE (16º) - De acordo com um relatório dos EUA, o Iraque perdeu mais da metade de seus cristãos desde que a guerra começou, e poucos tem intenção de voltar.

O último censo oficial realizado no país em 1987, mostra que havia mais de 1.5 milhões de cristãos no Iraque. Agora, o relatório demonstra que o número diminuiu para 1/3 disso: pouco mais de 500.000.

Sinais desse êxodo podem ser vistos nos bancos vazios das igrejas no país. “Por que os cristãos iraquianos querem ir para o exterior? Eles querem ir porque lá a situação não é tão difícil como aqui no Iraque. A vida não é fácil aqui. Não há empregos, há problemas nas ruas. Os cristãos estão com muito medo”, afirma um sacerdote.

“A situação está muito arriscada. Não há proteção para nós, por isso que muitos de nós saem do Iraque. Muitos foram mortos e agredidos.”

Muitos cristãos iraquianos se estabeleceram na Jordânia. Feryal Yashou é um antigo morador de Bagdá: “Por enquanto é impossível. É triste, mas apesar de eles dizerem que a situação está melhorando, mas para nós, nunca será seguro.”

Tradução: Portas Abertas

Fonte: CBN News

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Dezesseis cristãos foram soltos como resposta de oração


CHINA (12º) - Os últimos 16 cristãos do grupo de igrejas não-registradas China Gospel Fellowship, presos no Escritório de Segurança Pública (PSB em inglês), foram soltos da detenção administrativa na tarde de 9 de maio de 2009.

A agência de notícias ChinaAid afirma que apesar de os prisioneiros não terem cumprido sua pena de 10 a 14 dias na detenção ou pagado fiança no valor de U$ 150, os oficiais não pediram nada para executarem a libertação.

Fontes da ChinaAid dizem que a libertação prematura dos prisioneiros aconteceu devido à pressão da comunidade internacional, e significa que “o governo admitiu que o que fizeram foi errado.”

De acordo com a notícia, um total de 18 cristãos foram presos no dia 30 de abril, quando reunidos para a Santa Ceia no vilarejo de Shuitaizi, na província de Henan.

“Uma dúzia de oficiais do PSB invadiu a reunião, e todos os cristãos foram presos. Os policiais os ameaçaram com multas e trabalhos forçados. Eles foram acusados de ‘prejudicar a sociedade por falso uso da religião’.”

Quando a ChinaAid publicou a notícia do incidente, dois dos cristãos foram soltos no mesmo dia, mas 16 continuaram presos.

“Muitos irmãos ao redor do mundo oraram e ligaram para o Escritório de Segurança Pública em Xinye para demonstrar preocupação com os que estavam presos e pedir a liberação imediata dos prisioneiros. Na tarde de 8 de maio, 11 cristãos foram libertados e, algumas horas depois, os últimos cinco também foram soltos”, relata a ChinaAid.

Tradução: Deborah Stafussi

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Plano de saúde não pode limitar valor do tratamento, diz STJ

Do UOL Notícias
Em São Paulo


Por unanimidade, a 4ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que os planos de saúde não podem limitar o valor do tratamento e de internações de seus associados e determinou o pagamento integral por uma seguradora a um paciente de São Paulo.

Segundo o STJ, a turma acompanhou voto do relator, ministro Aldir Passarinho Junior, que entende que a limitação é lesiva. Segundo ele, a Súmula 302 da Corte dispõe que é abusiva a cláusula contratual de plano de saúde que limita no tempo a internação hospitalar do segurado. Da mesma forma, não tem lógica determinar contratualmente o prazo de recuperação do paciente e limitar o custo do tratamento médico-hospitalar.

A decisão foi tomada em processo de um paciente de São Paulo, que recorreu ao STJ contra a decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo. O tribunal paulista não reconheceu a abusividade da limitação de valor anual imposta pela seguradora Notre Dame. Como a seguradora se recusou a custear a despesa excedente prevista em contrato, a família herdou uma dívida com o Hospital Samaritano (SP), onde o paciente ficou internado durante quase 30 dias, em 1996. Portabilidade nos planos de saúde; saiba mais
A portabilidade nos planos de saúde, que permite ao consumidor trocar de operadora sem precisar cumprir novas carências, entrou em vigor no último dia 15 de abril, após publicação da Resolução Normativa 186/2009, de autoria da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), no Diário Oficial
Leia mais

Segundo o ministro, restringir o valor vai contra o objetivo do plano, que é o de assegurar os meios para sua cura. Para ele, está claro que limitar o valor do tratamento é lesivo ao segurado, pois reduz a eficácia do tratamento.

Em seu voto, o relator questionou como seria a situação de um segurado que é internado sem saber o que tem, sem conhecer seu tipo de cura e, após alguns dias dentro do hospital, é informado de que seu crédito acabou e terá de abandonar o tratamento. "Como saber de antemão quais os custos do tratamento, qual a tabela de cada hospital conveniado e quanto tempo seu crédito vai durar?"

Na prática, a Turma ampliou o alcance da Súmula 302. "Na essência, a hipótese de restrição de valor não é similar à da súmula citada, mas comporta o mesmo tratamento. A meu ver, até tratamento mais severo, pois a cláusula é mais abusiva ainda", disse em seu voto. Para o relator, a fórmula de teto de valor adotado pela seguradora é uma tentativa de contornar a proibição do limite temporal imposto pela súmula.

Brasil condena teste nuclear da Coreia do Norte

Do UOL Notícias*
Em São Paulo

Em comunicado divulgado na tarde desta segunda-feira (25) o governo brasileiro condenou o teste nuclear realizado pela Coreia do Norte.

O Brasil expressa a expectativa de que a República Democrática e Popular da Coreia se reintegre, o mais rapidamente possível e como país não nuclearmente armado, ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP). Da mesma forma, o governo brasileiro conclama a RPDC a assinar, no mais breve prazo, o Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares (CTBT) e a observar estritamente a moratória de testes nucleares", diz a nota.

A Coreia do Norte afirmou hoje que realizou "com sucesso" um novo teste nuclear, informou a agência estatal de notícias norte-coreana KCNA. De acordo com o governo ditatorial, a nova bomba é mais potente que a utilizada no teste de 2006, que levou o país a sofrer sanções do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas).

O regime comunista descreveu o teste com um esforço para ampliar "a capacidade nuclear para defesa"

Repercussão
Diversos países, entre eles China, Rússia e Estados Unidos também condenaram o novo teste nuclear subterrâneo realizado pela Coreia do Norte.

O Ministério da Defesa da Rússia estimou que a explosão - que provocou um terremoto de magnitude 4,5 na escala Richter - foi comparável às das bombas americanas que destruíram as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki em 1945.

O ministro do Exterior russo, Sergei Lavrov, afirmou que o país está "preocupado" e que os testes são "um golpe nos esforços de não proliferação". Na China, o ministério do Exterior disse em um comunicado que "o governo chinês é contra, de forma resoluta, o teste nuclear da República Democrática Popular da Coreia do Norte".

Por sua vez, o presidente americano, Barack Obama, disse a comunidade internacional deve tomar providências contra o que chamou de violação da lei internacional.

Segundo ele, a "Coreia do Norte está desafiando diretamente e de forma imprudente a comunidade internacional. O comportamento da Coreia do Norte aumenta as tensões e prejudica a estabilidade no nordeste da Ásia."

*Com informações da BBC e Folha Online

domingo, 24 de maio de 2009

VOCÊ VAI PERMITIR?

(Usted lo permitirá?)

Pastor Hector Muñoz Uribe - Concepción/Chile

Tradução de João Cruzué

O que você diria se um homossexual entregasse a "teu" filho de oito anos um “manual” para convencê-lo de que suas condutas [homossexuais] são inteiramente normais? Que diria você se esse “manual” lhe inculcara que as condutas homossexuais não são aceitas por culpa da Igreja e da moral cristã que você tem ensinado?

Que diria você, se soubesse que esse “manual” vem acompanhado de um cursos, que inclui algumas “tarefas” como fazer um convite para um homossexual vir a sala de aula para que explique suas próprias experiências, ou pior ainda, efetuar visitas a organizações de homossexuais, onde se lhe explicará com todos os detalhes como se deve “assumir” a homossexualidade?

E, que diria você se o Ministério da Educação (do Chile) outorgasse um respaldo oficial a este “manual” dando-lhe boas vindas, como acaba de fazê-lo a chefe do Departamento de Educação Extracurricular do Ministério de Educação, Magdalena Garretón: “São muito bem-vindos os materiais para ensinar sobre este tema” (publicado no Jornal El Mercúrio em 28 de abril de 2009) ainda que o MEC – Chileno não o respalde?

Tal situação não é uma mera possibilidade. Ao contrário, é muito provável que seu filho deva estudar o manual “Educando na diversidade, orientação sexual e identidade de gênero” editado pelo “Movimiento de liberación homossexual [do Chile] e financiado pelo governo socialista de Extremadura (Comunidade Autônoma da Espanha, cuja Capital é Mérida) e pelo “Movimiento homosexual Triángulo”, também da Espanha.

Esse “manual” se destina, em uma primeira edição, a 250 colégios da Região Metropolitana de Santiago para crianças desde a 7ª séria do ensino fundamental até o 4º ano do ensino médio, além de oferecê-lo gratuitamente em página da WEB.

Seu objetivo é acostumar aos meninos, e entre eles pode estar “teu” filho, com as condutas homossexuais, acabar com qualquer objeção de consciência a essas condutas e, por último, a quem já tenha sido pervertido por suas diretrizes, a “sair do armário” publicamente. Ou seja, uma apologia da homossexualidade.

Mas este "manual" não fica apenas na teoria. Explica também a meninos e meninas que em seu "processo de auto-conhecimento" se deve destruir a "homo-transfobia-interiorizada", acabar com o recato e a vergonha sobre sua orientação sexual ou identidade de gênero.

Em poucas palavras, isto significa que os ativistas homossexuais trataram de convencer a muitos meninos, que se encontram em uma fase de amadurecimento incipiente, de que são homossexuais sem sabê-lo, e que mais adiante se devem comportar como tais.

Posteriormente lhes mostra, nesse processo de "auto-conhecimento", que poderão ter experiências "de intimidade com pares homossexuais ou transexuais e, finalmente, lhes recomenda, a "saída do armário", ou seja, que proclamem sem vergonha sua condição homossexual.

Segundo o "manual", a principal culpada da discriminação aos homossexuais é a influência do cristianismo. Uma das religiões que consideram a homossexualidade com um pecado que atenta contra a moral e os bons costumes.

O "manual" explica aos meninos que "o pecado é um conceito religioso que somente se baseia na Bíblia, em texto "não conclusivo".

A consequência é que "teu" filho, na medida que se deixe induzir por ativistas homossexuais, se convencerá da "normalidade" de tais condutas, e terminará inevitavelmente rechaçando qualquer influência moral da religião, por crer que esta é a causadora de todas as discriminações.

Toda esta incitação à imoralidade e instigação à apostasia da moral cristã está sendo financiada pela Junta de Extremadura do PSOE (partido político da Espanha) e pela fundação espanhola "Triángulo" de lésbicas e homossexuais para impor sobre o Chile o que hoje já é lei na Espanha: as uniões civis homossexuais e a adção de crianças por parte desses "casais".

Mas o objetivo do Movimento de honossexuais (Movilh) é que o Ministério da Educação - 0 do Chile - incorpore o manual para lhe dar uma distribuição nacional. Segundo eles, o Movilh com esta publicação está "fazendo as vezes" do MEC-Chileno.

Afirma o "Movilh" que há jovens que estão solicitando sua publicação em todas as nas províncias chilenas (de Arica a Punta Arenas) sem embargo, uma política educação sexual para estudantes via Ministério da Educação ( CNN Chile, 18 de abril, 2009)

Isto é uma clara pressão para que o Governo do Chile "encampe" este manual como um texto educativo para todo o país. Tal eventualidade é bem provável, uma vez que o grande financiador das atividades do "Movilh" é precisamente o governo do Chile.

Ademais, o próprio Ministério de Educação do Chile há deu as "boas-vindas" a este péssimo manual e no passado recomendou um livro de conteúdo muito semelhange que aconselhava aos meninos: "Faça contato com alguma pessoa homossexual que você conheça". Se puder, convide-a para conversar em seu curso no colégio" (Cambiando de Piel" - edição "La morada" 1997)

Pense um pouco em "teu" filho, ou em "tua" netinha. Pense na pressão do ambiente desse curso, nas burlas e sanções, se se obstina em considerar que as condutas homossexuais são "intrisicamente desordenadas" ou simplesmente, um pecado, como sempre tem ensinado a Igreja cristã.

Resistirá?

Este "manual" é uma clara incitação à apostasia da moral cristã e da fé, e um curso de perversão sexual para as crianças; para seu filho e para sua filha e faz parte de uma campanha para descristianizar o Chile desde suas próprias raízes.

E não pense que se você os matricular em um colégio cristão estarão a salvo desta influência. O "manual" foi redigido graças a uma "experiência piloto" realizada em vários colégios, entre os quais, o "Alma Matar" e o "Monsenhor Enrique Alvear", que dizem ter uma orientação católica.

É necessário e urgente exercer uma presão sobre o Ministério da Educação para impedir que aqueles que pretendem dar um respaldo oficial a este "manual" tenham êxito. Se a Ministra da Educação não vir, de parte dos pais de família uma forte reação conrtra esta campanha de pervertimento de nostros filhos, poderá por ceder diante das pressões do movimento dos homossexuais.

As declarações de boas-vindas da chefe do departamento de Educação Estracurricular do Ministério da Educação Chileno, Magdalena Garretón, a este material, são um claro indício de que se pretende aprovar oficialmente esta publicação.

Por esta razão, é urgente que você faça chegar agora mesmo seu protesto a Senhora Ministra e re-envie este email a todos seus conhecidos. Envie agora mesmo seu protesto. Emails e cartas o mais que puder. Que o Chile se informe da verdadeira realidade.

Email recebido do Pastor Hector Muñoz por João Cruzué, via Facebook.

Original em espanhol: Blog Mirar Cristiano

Comentário - Hoje isto está acontecendo no Chile; amanhã, provavelmente, poderia acontecer no Brazil. Vejo uma Igreja cristã brasileira indiferente e pouco engajada. Do outro lado, o exército dos "amalequitas" está formado. Fianciado com recursos públicos. Dos impostos que nós, cristãos, pagamos. Financiado com recursos de países e organizações estrangeiras. A Igreja brasileira não está levando em conta o tamanho do mal que está por vir. Para combater isso não basta orar. Nem se omitir; justificar que o mundo jaz no maligno. Você deve isto a seus filhos. A seus netos. É preciso se mexer dentro do exercício do jogo democrático. Protestar. Espernear. Engana-se quem pensa que, se a Lei da "homofobia" passar, o ativismo homossexual vai se arrefecer. O que está acontecendo no Chile mostra que não. Há uma estratégia planejada para exigir a mudança constitucional para legalizar o casamento homossexual. Com a lei da "homofobia" aprovada, o caminho fica livre. E se a lei mudar, pode amparar o casamento homossexual dentro da sua Igreja.
Acorda e protesta!(João Cruzué)


sábado, 23 de maio de 2009

Na fronteira com a Turquia, armênios temem abertura


Clifford J. Levy
Em Lusarat (Armênia)


Vazgen Shmavonyan mantém um bando de pombos em um local de peregrinação de ortodoxos armênios aqui. As aves rapidamente cruzam a fronteira para a Turquia, a menos de 2 km de distância. Shmavonyan, contudo, não pode segui-las, como se fosse ele o engaiolado. Elas vão, símbolo de algo que esta região não teve muito.

A fronteira entre a Armênia e a Turquia está fechada desde 1993, uma mini-Cortina de Ferro que faz parte do legado de um dos conflitos mais rancorosos do mundo, com quase um século de idade. As últimas semanas trouxeram notícias de uma possível abertura, com os dois países desenhando um plano para estabelecer laços diplomáticos e levantar as barreiras.

Ainda assim, por mais que Shmavonyan e outros no local de peregrinação quisessem passear do outro lado, eles reagiram temerosamente aos contatos oficiais com a Turquia. É claro que abrir a fronteira vai ajudar a economia e melhorar as perspectivas para o futuro. Mas primeiro, insistiram, a Turquia deve lidar com seu passado.

Eles disseram que antes de prosseguir com as negociações, o governo turco deve admitir que 1,5 milhão de armênios étnicos foram sistematicamente mortos sob o governo otomano na Turquia durante a Primeira Guerra Mundial.

"Queremos que a Turquia admita que houve um genocídio", disse Shmavonyan, 38. "Certamente é ruim que a fronteira esteja bloqueada. Se estivesse aberta, seria bom para todos. Para as pessoas que fazem comércio, tudo seria mais barato. Que eles admitam, depois podemos conversar".

Shmavonyan ganha a vida cobrando aos visitantes alguns dólares para tocarem nos pombos e os soltarem do topo do ponto de peregrinação, que é um antigo monastério considerado local de nascimento do cristianismo armênio e reduto contra o crescimento do islã.

A tensão na fronteira aqui é refletida nas tropas que vigiam o lado armênio: são russas, enviadas após um pedido armênio para ajudar a se proteger do vizinho muito maior. (A Armênia tem três milhões de habitantes, e a Turquia, 72 milhões.)

A Armênia, ex-república soviética, mantém laços fortes com a Rússia. De fato, este talvez seja um dos últimos locais no planeta onde, em um eco da Guerra Fria, soldados da Otan -neste caso, da Turquia- enfrentam russos em uma fronteira selada.

Do ponto de peregrinação ortodoxo, chamado Khor Virap, é possível ver as terras turcas que antes eram ocupadas por armênios, inclusive a área em torno do Monte Ararat, onde a Bíblia sugere que Noé atracou sua arca após o dilúvio.

Entre os armênios estavam os avós paternos de Shmavonyan, que foram mortos pelas tropas turcas, segundo ele. Seu pai sobreviveu e fugiu para cá.

Muitos trabalhadores e visitantes no local recontam histórias similares. E alguns expressaram ansiedade com a possibilidade de novos confrontos se as negociações tiverem sucesso.

"A Turquia virá para cá imediatamente; quem sabe o que vai acontecer?", disse Hayk Avetisyan, 38, motorista de táxi que trouxe alguns turistas de Yerevan, capital armênia. "Se você conhece nossa história -imediatamente, a Turquia vai tentar assumir metade da Armênia."

Nem todo mundo é tão pessimista. O reverendo Narek Avakyan, 29, principal padre da Igreja Ortodoxa Armênia em Khor Virap, disse que o país não deveria impor condições às conversas.

"Se eles quiserem admitir o genocídio hoje ou amanhã ou em algum momento em breve, eles o farão", disse ele do governo turco. "É um fato, e eles sabem disso. Passaram-se tantos anos. Não foram eles que cometeram os atos, foram seus avós e pais."

O governo turco há muito nega que ocorreu um genocídio, afirmando que a Armênia vende uma história falsa.

Autoridades turcas dizem que a Primeira Guerra Mundial foi uma época negra, quando muitos armênios étnicos morreram tragicamente no caos causado pela guerra. Mas eles disseram que não houve uma campanha metódica para matá-los e enfatizam que muitos turcos também morreram no período.

Historiadores, em geral, dizem que as alegações turcas não são plausíveis.

A Armênia buscou persuadir outros países a reconhecerem o genocídio, e os EUA foram algumas vezes atraídos para o conflito.

Como candidato, o presidente Barack Obama disse que ia admiti-lo. Contudo, no mês passado, aparentemente preocupada em ofender a Turquia, importante aliado americano, a Casa Branca divulgou uma declaração no Dia da Memória Armênia que homenageava os mortos, mas não usou explicitamente a palavra genocídio.

Os sentimentos intensos das pessoas em Khor Virap mostram como será difícil curar as divisões nesta região estratégica, porém volátil.

Além de seu relacionamento complicado com a Turquia, a Armênia tem uma fronteira fechada com outro vizinho muçulmano, o Azerbaijão, também uma antiga república soviética. Pouco após os dois países se tornarem independentes, com o fim da União Soviética em 1991, eles entraram em guerra pelo enclave de Nagorno-Karabakh.

A Turquia, que tem fortes laços étnicos e políticos com o Azerbaijão, fechou suas fronteiras com a Armênia em 1993 em solidariedade ao Azerbaijão.

A discórdia entre a Turquia e a Armênia piorou ainda mais quando a Armênia e grupos imigrantes armênios influentes em torno do mundo pressionaram pela questão das mortes da Primeira Guerra.

As únicas fronteiras abertas da Armênia são com a Geórgia, no norte, e com o Irã, no sul.

A hostilidade aqui contra o governo turco não necessariamente se estende ao seu povo. De fato, Shmavonyan, que mantém os pombos no mosteiro, disse que trabalhou uma década em Istambul, capital da Turquia, como comerciante têxtil.

"Eles nos tratavam muito bem", disse ele. "Eles sabem que os armênios são pessoas muito boas e trabalhadoras."

Ainda assim, ele e outros não acreditam que a cisão terminará logo. E admitiram que sua insistência para que a Turquia admita genocídio antes da fronteira ser aberta é doce e amarga.

"Nossa terra é lá. Queremos visitar, caminhar e ver como nossos avós viviam. Quero ir até lá e ver seus túmulos", disse David Arakelyan, 50, que administra uma área de piquenique pra visitantes ao monastério.

Tradução: Deborah Weinberg
Fonte: UOL Notícias

sábado, 16 de maio de 2009

Médica acusada de quase 10 mil abortos irá a júri no MS


Acusada pelo Ministério Público Estadual como responsável pela interrupção da gravidez de quase 10 mil mulheres, a médica Neide Machado Mota será levada a júri popular. A decisão foi tomada no final da tarde de ontem pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ-MS), com parecer unânime dos desembargadores. A medida é mesma para Rosângela de Almeida, Maria Nelma de Souza, Libertina de Jesus Centurion e a psicóloga Simone Aparecida Cantagessi de Souza, funcionárias da clínica de planejamento familiar que funcionava no centro de Campo Grande e era propriedade da médica. O advogado que defende a causa, Ruy Luiz Falcão Novaes, comentou que "o processo é nulo porque as acusadas não tiveram direito do devido processo legal".

Explicou que, por exemplo, "as 26 mulheres tidas na denúncia como clientes de Neide e que, ainda segundo a denúncia, fizeram aborto na clínica, não foram ouvidas no processo". Ele entrou com recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) na última terça-feira, pedindo a anulação do processo sob a alegação de que não há provas suficientes para sustentar as acusações.

Caso o STJ confirme o resultado do TJ-MS, o julgamento deverá ocorrer dentro dos próximos três meses, conforme informou o juiz da 2ª Vara dos Crimes Dolosos Contra a Vida e do Tribunal do Júri, Aluízio Pereira dos Santos. Desde abril de 2007, quando o Ministério Público Federal iniciou o levantamento das denúncias, foram apreendidas 9.896 fichas de mulheres com idades entre 19 e 45 anos que seriam clientes de Neide. Entre elas havia anotações de procedimentos médicos supostamente realizados há mais de 20 anos, o que motivou o cancelamento 8.340 fichas devido à prescrição da pena.

Considerando também a falta de elementos que configurassem a realização de aborto, o número total de acusadas passou a ser 1.250. Desse total, 900 ainda estão sendo ouvidas na 1ª Delegacia de Polícia Civil, onde a estimativa para conclusão das audiências é no final deste ano. Os inquéritos concluídos são remetidos ao Fórum de Campo Grande. Nas denúncias feitas pelo Ministério Público Estadual, consta que cada cliente da médica pagou quantias entre R$ 500 e R$ 3.700, informações contidas nas fichas médicas de 27 pacientes atendidas em 2007.

Fonte: Agência Estado Via VINACC - Visão Nacional Para a Consciência Cristã


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