
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Ativistas hindus protestam contra conversão de mulher indiana

quinta-feira, 23 de julho de 2009
Como a reeleição de Ahmadinejad e seu atual desdobramento afetam a Igreja iraniana

segunda-feira, 20 de julho de 2009
Escola bíblica é invadida por oficiais do governo
Todos eles foram liberados na tarde do mesmo dia. Os alunos foram enviados de volta para suas casas e alertados a não voltarem para o estudo bíblico. A escola é parte de um projeto de educação bíblica coordenado pela CHCA e existe há muitos anos sem conflitos com as autoridades.
Tradução: Portas Abertas
Fonte: China Aid Association
segunda-feira, 13 de julho de 2009
E-mail poderá servir como prova documental
Na próxima quarta-feira (15), a partir das 10h, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) faz a sua última reunião deste primeiro semestre. Na pauta, 54 itens. Entre os projetos a serem analisados está o PLC 170/08, da Câmara dos Deputados, que inclui o e-mail como prova documental.
O relator, senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), é favorável ao projeto. Para ele, a inclusão do e-mail como prova documental no Código de Processo Civil (CPC) tornará a tramitação dos processos mais rápidos. Azeredo ressaltou, entretanto, que o e-mail poderá ser impugnado pelo juiz, caso haja falsidade de informações demonstrada por uma das partes.
Se aprovado, o projeto segue para votação pelo Plenário do Senado.
Defensoria Pública
Na mesma reunião, a CCJ deve analisar, desta vez em decisão terminativa, projeto (PLC 43/09) que altera a Lei de Execução Penal (nº 7.210/84) para prever assistência jurídica gratuita ao preso dentro do presídio. O relator, senador Osmar Dias (PDT-PR), é favorável ao projeto.
Entre as novidades estão a que dá competência à Defensoria Pública para requerer modificação das condições especiais impostas pelo juiz para a concessão de regime aberto; a que modifica as condições especificadas na sentença para o cumprimento de pena; e a que extingue a pena privativa de liberdade para aquele que cumpriu corretamente as condições da liberdade condicional.
O projeto também determina à Defensoria Pública cuidar pela regular execução da pena e da medida de segurança, oficiando, no processo executivo e nos incidentes da execução, a defesa em todos os graus e instâncias. Se aprovado, o projeto vai a Plenário.
Visita de avós
A CCJ deve apreciar ainda, também em decisão terminativa, projeto (PLS 692/07), da senadora Kátia Abreu (DEM-TO), que garante aos avós, a critério do juiz, o direito de visitar os seus netos, depois do fim do relacionamento conjugal dos pais da criança ou do adolescente.
"Soldados da Borracha"
Também consta da pauta da CCJ a votação do parecer do senador Geraldo mesquita Júnior (PMDB-AC) favorável à proposta de emenda à Constituição (PEC 19/09) de autoria do senador Expedito Júnior (PR-RO) que concede aos chamados "soldados da borracha" os mesmos direitos dos ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial.
São chamados de soldados da borracha os soldados recrutados no Nordeste nos anos de 1942 a 1943, pelo Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia. Na época, os seringueiros tinham uma função estratégica de coletar borracha para a indústria bélica norte-americana. Foram recrutados cerca de 60 mil soldados e mais de 30 mil morreram na floresta.
Entre os direitos concedidos pela PEC estão o aproveitamento deles no serviço público, sem a exigência de concurso público; pensão especial; assistência médica, hospitalar e educacional gratuitas; e prioridade na aquisição da casa própria.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Reality show na Turquia tentará converter ateus
O novo programa, chamado Tövbekarlar Yarisiyor (algo como "Penitentes Competem", em tradução livre) coloca juntos um imã, um rabino, um monge budista e um sacerdote da Igreja Ortodoxa Grega que tentarão converter dez competidores.
Os dez competidores ateus foram avaliados cuidadosamente por uma equipe de teólogos para garantir que não tenham nenhuma fé.
A cada episódio, o imã, o rabino, o sacerdote e o monge tentarão convencer os competidores ateus a respeito dos méritos de suas religiões.
De acordo com o jornal turco Hurriyet, os produtores do programa reconhecem que há uma grande chance de que nenhum dos ateus seja convertido.
Mas, se alguém for verdadeiramente convertido a uma religião, será enviado a uma peregrinação. Para os convertidos ao islamismo, a viagem será para Meca, budistas irão para o Tibete e os convertidos ao Judaísmo ou ao Cristianismo, para Jerusalém.
As câmeras do canal de televisão seguirão os competidores vencedores nestas peregrinações.
"Eles não podem encarar isso como uma simples viagem, mas como uma experiência religiosa", afirmou ao jornal Hurriyet Ahmet Ozdemir, vice-diretor do Kanal T, canal de televisão que produz o programa.
Propaganda e ''serenidade''
As propagandas para o programa prometem que será dado ao convertido "o maior prêmio de todos; nós representamos a crença em Deus. Acredite, arrependa-se, Deus irá perdoar".
Mas os produtores afirmam que o programa também ajudará os competidores a "encontrar a serenidade", além de aumentar o conhecimento sobre as religiões.
O programa já gerou várias reações na Turquia, um país de maioria muçulmana. Alguns afirmam que será bom para as relações entre as religiões e outros disseram que este tipo de discussão "não é apropriado" para a televisão.
Ozdemir, por sua vez, afirmou que quando as pessoas ouviram falar do programa pela primeira vez, "foi difícil para elas compreenderem sobre o que era", mas muitos agora estão "esperando impacientemente" pelo lançamento do programa.
"As pessoas são livres para acreditarem do que quiserem. Nosso programa não vai decidir", acrescentou.
Fonte: Folha Gospel
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Oficiais afirmam que mudanças em lei não afetarão a liberdade
As mudanças acrescentam duas novas restrições que afetam somente a comunidade muçulmana. Apesar dessas restrições à liberdade religiosa, um deputado afirmou que “essas novas mudanças não restringem a liberdade de consciência”.
Tradução: Portas Abertas
Fonte: Forum18 News Service
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Pastores levam casos de intolerância religiosa a Calderón
domingo, 21 de junho de 2009
Refugiados por causa da perseguição somam 42 milhões de pessoas
Do total de refugiados, 80% encontram-se em países em desenvolvimento. Muitas destas pessoas levam anos sem poder voltar a suas casas e sem uma solução à vista.
“Em 2009, já observamos numerosos novos deslocamentos, concretamente no Paquistão, em Sri Lanka e na Somália”, assinalou o representante do Alto Comisionado da ONU para os Refugiados, Antonio Guterres.
O panorama de 2009 também indica que continuam as migrações internas por conta de conflitos, como se verifica na Colômbia, no Iraque, na República Democrática do Congo e na Somália. “Cada um desses conflitos também gerou refugiados que fogem cruzando as fronteiras de seus países”, informou Guterres.
Estima-se que 2 milhões de refugiados e deslocados internos puderam regressar a seu lares em 2008, o que significa um número inferior ao do ano anterior. A repatriação de refugiados (604.000) reduziu-se em 17%, enquanto o retorno de deslocados internos (1,4 milhão) caiu em 34%.
Esta queda, a segunda menor em 15 anos, reflete a deterioração de condições de segurança, como acontece no Afeganistão e no Sudão. O relatório destaca que cerca de 11 milhões de pessoas voltaram a suas casas nos últimos 10 anos, a maioria com ajuda da Acnur.
Quando lemos as notícias, vemos que milhares de cristãos têm abandonado sua terra natal por causa da perseguição religiosa e dos conflitos, que afetam diretamente as minorias, entre as quais estão nossos irmãos. Separe hoje um tempo para orar pelos refugiados, para que a ordem em seus países seja restabelecida e para que eles possam voltar em paz para suas casas, e não desistam de seguir ao Senhor Jesus.
Fonte: ALC notícias
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Planeta não suporta crescimento ilimitado
O alerta vem de pensadores, de várias partes do planeta. “É preciso renunciar ao crescimento enquanto paradigma ou religião”, proclama o economista, sociólogo e antropólogo francês Serge Latouche. A alternativa é essa: decrescimento ou barbárie, aponta.
“A premissa de crescimento precisa ser rompida. Ela não responde a uma civilização que habita um planeta que é um só e que possui uma capacidade de suporte. Essa é uma impossibilidade”, diz o professor Paulo Durval Branco, em entrevista ao Instituto Humanitas (IHU) da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos).
A premissa de crescimento precisa ser rompida. “Ela não responde a uma civilização que habita um planeta que é um só e que possui uma capacidade de suporte”, salienta Duval Branco.
Se a gente olhar para esse pequeno planeta chamado Terra, percebe-se que a natureza funciona em sistema circular. O economista e professor da Universidade Católica de São Paulo, Ladislau Dowbor, explica o sistema circular:
- Os pássaros comem as frutas e espalham as sementes; as folhas que caem são incorporadas ao solo que, por sua vez, se torna fértil e permite o surgimento de outras plantas, ou seja, todo o sistema é circular, de reutilização dos diversos recursos existentes. A vida está baseada nisso.
O sistema econômico não é circular, mas linear. “Pegamos recursos naturais, transformando-os em uma indústria, consumimos e jogamos no lixo sob a forma de plástico. Com isso estamos acabando com o petróleo do planeta e não estamos recolocando de volta as bases energéticas utilizadas, assinala.
Esse modelo não funcionará por muito tempo, pois os recursos naturais se esgotam e as mudanças climáticas podem colocar a economia e a sociedade diante de uma catástrofe planetária, frisa ao IHU o ambientalista Henrique Cortez.
A crise financeira que explodiu nos Estados Unidos no ano passado mostra que ela não se limita a aspectos financeiros, mas também diz respeito à destruição ambiental e à injusta distribuição da renda. Pensadores defendem uma nova sociedade, com um novo modelo econômico, que respeite os limites ecológicos do planeta.
O consumo, afirma Cortez, é um ato político e econômico e, nesse sentido, “deve ser ético, responsável e sustentável”. Durval Branco vê na proposição de uma economia ecológica ou da ecoeconomia um caminho para se discutir um modelo pós-crise. Nesse modelo, o processo de produção seria regido pelo ecossistema, pela biosfera.
Latouche fala de uma sociedade ecossocialista e mais democrática. “Queremos um desenvolvimento que seja sustentável, economicamente inclusivo, socialmente justo e ambientalmente responsável”, define Cortez, que se declara um ecossocialista, embora não tenha qualquer proximidade com a esquerda.
Não pode haver um consumo ético a menos que todos os cursos sociais e ambientais sejam incluídos no preço, frisa a economista e consultora inglesa Hazel Henderson.
Trata-se de uma mudança do paradigma produtivo e de questionamento da sociedade de consumo atual, diz a professora Isleide Arrua, da Fundação Getúlio Vargas, na entrevista ao IHU.
O consumo ético, afirma, levanta a bandeira na defesa de questões relacionadas ao meio ambiente, ao comércio justo, a um novo modelo de sustentabilidade em seu sentido mais amplo.
Isleide entende que a humanidade talvez esteja vivendo três grandes tipos de esgotamento, que, juntos, poderiam provocar mudanças: o esgotamento dos recursos naturais, do mercado de produção e consumo de massas, e o esgotamento de “um certo imaginário social que se construiu em torno da idéia de que consumo seria sinônimo de felicidade”.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Quantidade de cristãos no Iraque diminuiu muito
O último censo oficial realizado no país em 1987, mostra que havia mais de 1.5 milhões de cristãos no Iraque. Agora, o relatório demonstra que o número diminuiu para 1/3 disso: pouco mais de 500.000.
Sinais desse êxodo podem ser vistos nos bancos vazios das igrejas no país. “Por que os cristãos iraquianos querem ir para o exterior? Eles querem ir porque lá a situação não é tão difícil como aqui no Iraque. A vida não é fácil aqui. Não há empregos, há problemas nas ruas. Os cristãos estão com muito medo”, afirma um sacerdote.
“A situação está muito arriscada. Não há proteção para nós, por isso que muitos de nós saem do Iraque. Muitos foram mortos e agredidos.”
Muitos cristãos iraquianos se estabeleceram na Jordânia. Feryal Yashou é um antigo morador de Bagdá: “Por enquanto é impossível. É triste, mas apesar de eles dizerem que a situação está melhorando, mas para nós, nunca será seguro.”
Tradução: Portas Abertas