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terça-feira, 11 de maio de 2010

Pessoas são transformadas por projeto de aconselhamento

IRAQUE (17º) - Ela estava isolada, com medo, retraída e ansiosa. Amira quase nunca saía de sua casa, e estava com muito medo por sua filha. Amira havia sido estuprada e seu marido foi morto brutalmente. Seu filho faleceu seis meses depois.

Ela foi a um psicólogo e a um médico, mas não melhorou e ficou sem esperanças. Ela tinha diversos acessos de raiva; ela gritava e agredia seus filhos. Ela se recusou a receber tratamento e medicações para seus sintomas.

Então, ela recebeu a visita por um grupo da igreja, e começou a frequentar o centro de aconselhamento. “Foi nesse tempo que a conheci”, compartilha Gary, conselheiro para traumas. “Depois de conversar, ela se sentiu mais confortável para ir às sessões de aconselhamento e começou a ler a Bíblia e orar sozinha. Ela sentia que Deus era alguém que a julgava e punia. Conversamos sobre o amor de Deus por ela e oramos para que a decepção em seu coração fosse tirada e para que Deus lhe desse clareza e paz. Oramos também para que ela fosse livre de seus fardos”.

Em algumas semanas, houve uma mudança maravilhosa na vida, pensamentos, ações e aparência de Amira. Ela permitiu que os membros da igreja a apoiassem e as pessoas notaram uma grande mudança em seu interior. Ela sorria e interagia com as pessoas, mas também encorajava sua filha.

Recentemente, ela recebeu um visto para viajar para o exterior com sua família. Ela ficou com medo da mudança e de perder o contato com o apoio de sua igreja.

Gary continua: “Ela me ligou depois de ter chegado em seu novo país, e disse que Deus, por um milagre, havia lhe dado um apartamento a 50 metros de sua nova igreja! Foi tão bom ouvir que Deus usou o Aconselhamento para traumas para auxiliá-la em sua cura. Oro para que Deus abençoe Amira”.


Fonte: Portas Abertas


quinta-feira, 22 de abril de 2010

Jovem é expulsa de escola na Espanha por usar véu

ESPANHA (*) - A expulsão de uma jovem muçulmana espanhola de origem marroquina de um colégio do subúrbio de Madri por utilizar o véu islâmico desencadeou nesta quarta-feira um debate inédito na Espanha sobre o polêmico véu.

A decisão de um instituto de Pozuelo de Alarcón, nos arredores de Madri, cujo regulamento interno proíbe que alunos assistam às aulas com a cabeça coberta, seja com véus, gorros ou chapéus, desatou a ira das associações muçulmanas e uma certa divergência no seio do governo socialista.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Evangélicos agredidos por não participarem de festas católicas


Saiba mais sobre a Igreja no México
MÉXICO (*) - Na comunidade de Nachij, em Zinacantán, moradores e autoridades agrediram cinco evangélicos que se recusaram a participar de festividades católicas.

Em novembro de 2008, moradores em Nachij foram convocados pelas autoridades locais para receber suas tarefas para um festival católico. Cinco homens evangélicos, José Sanchez Perez, Nicolas Perez Lopez, Manuel Gomez Perez, Pedro Perez Hernandez e Mariano Perez Vazquez, que se recusaram a aceitar os trabalhos designados para eles. Estavam determinados a sustentar sua crença de que Jesus é único Deus verdadeiro, a quem eles servem com total dedicação e humildade.

Todas as vezes que pediam para que os evangélicos aceitassem as tarefas, eles diziam “não”. A população católica se enfureceu com os homens, os agrediram fisicamente e ameaçaram, dizendo que se não cumprissem com seus deveres, teriam que pagar uma multa. Eles permaneceram firmes; aceitaram a agressão e não cederam às ameaças dos católicos. Eles continuaram como firmes testemunhas de Cristo.

Essa comunidade é parte do município de Zinacantán, que faz fronteira com San Juan Chamula, Chiapa de Corzo, Acala e San Cristóbal de las Casas. Nesses lugares nativos, os católicos esperam receber pelos festivais que celebram. Também pedem que os moradores trabalhem em funções específicas ajudando no planejamento dos festivais. Antigamente, muitos dos evangélicos que moram em Nachij colaboraram com as festividades para evitar problemas com a igreja católica. No entanto, houve uma mudança de atitude no ano passado. Os novos convertidos não querem participar das práticas católicas, e isso faz com que os evangélicos mais antigos também entrem na luta contra a participação obrigatória nesses rituais.

Existe um preço a pagar por seguir a Cristo nessa região. Uma mudança está acontecendo nas comunidades, à medida que os evangélicos se comprometem, de todo coração e alma, a não servir dois senhores. Ore por esses cristãos que tomaram a decisão por Cristo, e vão até o fim, enfrentando o que for preciso.

Tradução: Deborah Stafussi

Missão Portas Abertas

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